Performance de conciliação financeira

A Líber é uma fintech B2B focada em soluções financeiras que simplificam a operação de empresas. Seu Portal de Conciliação foi criado para automatizar o processo de conferência de vendas — uma rotina crítica, manual e sujeita a erros — mas enfrentava gargalos de escala que comprometiam a experiência do usuário.

​

  • Product Designer & Product Manager (Híbrido)
  • Dezembro 2023 – Junho 2024 (6 meses)
  • Equipe: 1 Tech Lead, 5 Desenvolvedores, 1 GPM e stakeholders das áreas de negócio (CX, Suporte e Comercial).

Resultados

70%

menos tempo de carregamento das telas

R$

800mil

em receita protegida contra churn

62%

menos chamados de suporte por performance

Resumo

O Portal de Conciliação da Líber travava, demorava até 3 minutos por consulta e forçava usuários a abrir dezenas de abas para trabalhar. Clientes estratégicos ameaçavam cancelar.

Conduzi o discovery com 18 entrevistas, análise heurística e dados de uso. Redesenhei a experiência com paginação inteligente, filtros unificados e busca preditiva.

Meu papel

Product Designer e Product Manager ao mesmo tempo — a startup não tinha PM. Conduzi discovery, defini prioridades e projetei cada tela, num período estimado de 6 meses.

O problema

Portal travava até 3 min por consulta. Usuários abriam dezenas de abas para compensar. Clientes que representavam 80% da receita ameaçavam cancelar.

Portal Legado

Discovery

Estruturei um discovery híbrido, misturando qualitativo e quantitativo:

​

→ 18 entrevistas estruturadas divididas por perfil (operadores, analistas e gestores)

→ Análise heurística baseada nos princípios de Nielsen

→ Dados de uso via Google Analytics para validar padrões de comportamento

→ Testes internos de performance simulando diferentes volumes de dados

​

​

Três insights-chave:

1. Performance é prioridade zero — nada importa se o sistema trava

2. Fluxos fragmentados forçam workarounds — multi-abas era sobrevivência

3. +50 relatórios sem busca = sobrecarga cognitiva e erros

Fluxo do usuário para a atividade de extrair relatórios mapeado no discovery

Matriz de priorização Esforço x Impacto

Desafios

O prazo era apertado — o churn não esperava. Precisei convencer outros times das prioridades enquanto ainda estava entendendo o problema.

​

A maior dificuldade foi a cultura de dados. A empresa falava sobre dados, mas não praticava. Não havia métricas estruturadas, dashboards de acompanhamento ou histórico de performance. Tive que construir o discovery praticamente do zero, e por isso muitos resultados são qualitativos.

​

Usei uma mistura de framework (matriz de Impacto vs. Esforço) e negociação direta com cada área para alinhar prioridades. O argumento do risco de churn foi o que destravou as conversas.

As soluções

Priorizei mudanças de alto impacto que não exigissem refatorar o banco de dados legado:

​

→ Paginação inteligente + skeleton loaders — reduziu drasticamente a percepção de espera

→ Filtros unificados em um componente padronizado + drawer de filtros avançados

→ Busca preditiva global + sistema de favoritos para navegar os +50 relatórios

→ Tela inicial redesenhada como centro de ação com atalhos para as conciliações do dia

Os resultados

→ 70% menos tempo de carregamento

→ 62% menos chamados de suporte de performance

→ Receita protegida contra churn

→ Time comercial fazendo demos ao vivo sem travamentos

Aprendizados

Teria instrumentado métricas desde o dia zero. A falta de dados quantitativos limitou a força dos resultados — muita coisa ficou no qualitativo. Hoje, começaria plantando analytics antes mesmo do discovery.

​

Teria envolvido os times de CX e Suporte mais cedo na priorização. Gastei energia convencendo áreas que poderiam ter sido aliadas desde o início se tivessem participado das entrevistas.

​

Teria documentado o processo em tempo real. Registrar decisões, trade-offs e aprendizados enquanto acontecem é muito mais fácil do que reconstruir depois.

​

Aprendi que em startups, o designer que resolve problema de negócio ganha espaço. Assumir o papel de PM não foi confortável, mas me deu visão de produto que mudou minha forma de projetar.

Vamos organizar o futuro do seu produto?

Entrar em contato

Balu design | Todos os direitos reservados

www.barbaralucena.com.br

Performance de conciliação financeira

A Líber é uma fintech B2B focada em soluções financeiras que simplificam a operação de empresas. Seu Portal de Conciliação foi criado para automatizar o processo de conferência de vendas — uma rotina crítica, manual e sujeita a erros — mas enfrentava gargalos de escala que comprometiam a experiência do usuário.

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  • Product Designer & Product Manager (Híbrido)
  • Dezembro 2023 – Junho 2024 (6 meses)
  • Equipe: 1 Tech Lead, 5 Desenvolvedores, 1 GPM e stakeholders das áreas de negócio (CX, Suporte e Comercial).

Resultados

70%

menos tempo de carregamento das telas

R$

800mil

em receita protegida contra churn

62%

menos chamados de suporte por performance

Resumo

O Portal de Conciliação da Líber travava, demorava até 3 minutos por consulta e forçava usuários a abrir dezenas de abas para trabalhar. Clientes estratégicos ameaçavam cancelar.

Conduzi o discovery com 18 entrevistas, análise heurística e dados de uso. Redesenhei a experiência com paginação inteligente, filtros unificados e busca preditiva.

Meu papel

Product Designer e Product Manager ao mesmo tempo — a startup não tinha PM. Conduzi discovery, defini prioridades e projetei cada tela, num período estimado de 6 meses.

O problema

Portal travava até 3 min por consulta. Usuários abriam dezenas de abas para compensar. Clientes que representavam 80% da receita ameaçavam cancelar.

Portal Legado

Discovery

Estruturei um discovery híbrido, misturando qualitativo e quantitativo:

​

→ 18 entrevistas estruturadas divididas por perfil (operadores, analistas e gestores)

→ Análise heurística baseada nos princípios de Nielsen

→ Dados de uso via Google Analytics para validar padrões de comportamento

→ Testes internos de performance simulando diferentes volumes de dados

​

​

Três insights-chave:

1. Performance é prioridade zero — nada importa se o sistema trava

2. Fluxos fragmentados forçam workarounds — multi-abas era sobrevivência

3. +50 relatórios sem busca = sobrecarga cognitiva e erros

Fluxo do usuário para a atividade de extrair relatórios mapeado no discovery

Matriz de priorização Esforço x Impacto

Desafios

O prazo era apertado — o churn não esperava. Precisei convencer outros times das prioridades enquanto ainda estava entendendo o problema.

​

A maior dificuldade foi a cultura de dados. A empresa falava sobre dados, mas não praticava. Não havia métricas estruturadas, dashboards de acompanhamento ou histórico de performance. Tive que construir o discovery praticamente do zero, e por isso muitos resultados são qualitativos.

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Usei uma mistura de framework (matriz de Impacto vs. Esforço) e negociação direta com cada área para alinhar prioridades. O argumento do risco de churn foi o que destravou as conversas.

As soluções

Priorizei mudanças de alto impacto que não exigissem refatorar o banco de dados legado:

​

→ Paginação inteligente + skeleton loaders — reduziu drasticamente a percepção de espera

→ Filtros unificados em um componente padronizado + drawer de filtros avançados

→ Busca preditiva global + sistema de favoritos para navegar os +50 relatórios

→ Tela inicial redesenhada como centro de ação com atalhos para as conciliações do dia

Os resultados

→ 70% menos tempo de carregamento

→ 62% menos chamados de suporte de performance

→ Receita protegida contra churn

→ Time comercial fazendo demos ao vivo sem travamentos

Aprendizados

Teria instrumentado métricas desde o dia zero. A falta de dados quantitativos limitou a força dos resultados — muita coisa ficou no qualitativo. Hoje, começaria plantando analytics antes mesmo do discovery.

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Teria envolvido os times de CX e Suporte mais cedo na priorização. Gastei energia convencendo áreas que poderiam ter sido aliadas desde o início se tivessem participado das entrevistas.

​

Teria documentado o processo em tempo real. Registrar decisões, trade-offs e aprendizados enquanto acontecem é muito mais fácil do que reconstruir depois.

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Aprendi que em startups, o designer que resolve problema de negócio ganha espaço. Assumir o papel de PM não foi confortável, mas me deu visão de produto que mudou minha forma de projetar.

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Performance de conciliação financeira

A Líber é uma fintech B2B focada em soluções financeiras que simplificam a operação de empresas. Seu Portal de Conciliação foi criado para automatizar o processo de conferência de vendas — uma rotina crítica, manual e sujeita a erros — mas enfrentava gargalos de escala que comprometiam a experiência do usuário.

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  • Product Designer & Product Manager (Híbrido)
  • Dezembro 2023 – Junho 2024 (6 meses)
  • Equipe: 1 Tech Lead, 5 Desenvolvedores, 1 GPM e stakeholders das áreas de negócio (CX, Suporte e Comercial).

Resultados

70%

menos tempo de carregamento das telas

R$

800mil

em receita protegida contra churn

62%

menos chamados de suporte por performance

Resumo

O Portal de Conciliação da Líber travava, demorava até 3 minutos por consulta e forçava usuários a abrir dezenas de abas para trabalhar. Clientes estratégicos ameaçavam cancelar.

Conduzi o discovery com 18 entrevistas, análise heurística e dados de uso. Redesenhei a experiência com paginação inteligente, filtros unificados e busca preditiva.

Meu papel

Product Designer e Product Manager ao mesmo tempo — a startup não tinha PM. Conduzi discovery, defini prioridades e projetei cada tela, num período estimado de 6 meses.

O problema

Portal travava até 3 min por consulta. Usuários abriam dezenas de abas para compensar. Clientes que representavam 80% da receita ameaçavam cancelar.

Portal Legado

Discovery

Estruturei um discovery híbrido, misturando qualitativo e quantitativo:

​

→ 18 entrevistas estruturadas divididas por perfil (operadores, analistas e gestores)

→ Análise heurística baseada nos princípios de Nielsen

→ Dados de uso via Google Analytics para validar padrões de comportamento

→ Testes internos de performance simulando diferentes volumes de dados

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Três insights-chave:

1. Performance é prioridade zero — nada importa se o sistema trava

2. Fluxos fragmentados forçam workarounds — multi-abas era sobrevivência

3. +50 relatórios sem busca = sobrecarga cognitiva e erros

Fluxo do usuário para a atividade de extrair relatórios mapeado no discovery

Matriz de priorização Esforço x Impacto

Desafios

O prazo era apertado — o churn não esperava. Precisei convencer outros times das prioridades enquanto ainda estava entendendo o problema.

​

A maior dificuldade foi a cultura de dados. A empresa falava sobre dados, mas não praticava. Não havia métricas estruturadas, dashboards de acompanhamento ou histórico de performance. Tive que construir o discovery praticamente do zero, e por isso muitos resultados são qualitativos.

​

Usei uma mistura de framework (matriz de Impacto vs. Esforço) e negociação direta com cada área para alinhar prioridades. O argumento do risco de churn foi o que destravou as conversas.

As soluções

Priorizei mudanças de alto impacto que não exigissem refatorar o banco de dados legado:

​

→ Paginação inteligente + skeleton loaders — reduziu drasticamente a percepção de espera

→ Filtros unificados em um componente padronizado + drawer de filtros avançados

→ Busca preditiva global + sistema de favoritos para navegar os +50 relatórios

→ Tela inicial redesenhada como centro de ação com atalhos para as conciliações do dia

Os resultados

→ 70% menos tempo de carregamento

→ 62% menos chamados de suporte de performance

→ Receita protegida contra churn

→ Time comercial fazendo demos ao vivo sem travamentos

Aprendizados

Teria instrumentado métricas desde o dia zero. A falta de dados quantitativos limitou a força dos resultados — muita coisa ficou no qualitativo. Hoje, começaria plantando analytics antes mesmo do discovery.

​

Teria envolvido os times de CX e Suporte mais cedo na priorização. Gastei energia convencendo áreas que poderiam ter sido aliadas desde o início se tivessem participado das entrevistas.

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Teria documentado o processo em tempo real. Registrar decisões, trade-offs e aprendizados enquanto acontecem é muito mais fácil do que reconstruir depois.

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Aprendi que em startups, o designer que resolve problema de negócio ganha espaço. Assumir o papel de PM não foi confortável, mas me deu visão de produto que mudou minha forma de projetar.

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